50 Anos da Reinstalação da Justiça Federal

Imagem do auditório da justiça federal, praticamente lotado; há apenas com alguns lugares disponíveis mais à frente. Pessoas sentadas aguardando a palestra.

O desejo de um futuro com foco cada vez mais voltado para o cidadão marcou as comemorações dos 50 anos de reinstalação da Justiça Federal no Rio Grande do Sul. A cerimônia foi realizada em 10.05.2017, em Porto Alegre.

Magistrados, servidores e convidados conheceram, em primeira mão, o livro que reúne decisões judiciais que marcaram a história da instituição, além do selo personalizado e o carimbo comemorativo cedidos pelos Correios.

Exposição de peças históricas

Foram expostas peças museográficas que ilustram a história da Justiça Federal, dentre elas:  

Máquina de escrever de Ministro Leitão Krieger, cor escura, em cima de uma mesa de madeira com um afolha datilografada sobre os 50 anos .

MÁQUINA PERTENCENTE AO MINISTRO LEITÃO KRIEGER

“Eu ouvia o meu pai datilografando nesta máquina até tarde de noite”.

Carla Krieger,  filha do ministro Leitão Krieger, um dos três primeiros juízes da Justiça Federal gaúcha após sua reinstalação, em 1967.

Máquina de escrever branca em cima de uma mesa de madeira.

MÁQUINA DE ESCREVER BRANCA

“Eu entrei em 1990 no Tribunal, e no início de 1991 fui transferido para Rio Grande e lá não tinha ainda este tipo de máquina, era aquela máquina antiga, de esferinhas (…). O juiz fazia as sentenças à mão (…) a nota expediente dos despachos e das sentenças tinha que descer para a secretaria para se fazer naquela máquina, de esferinhas, para o servidor encarregado depois mandar para Porto Alegre pelo malote, trazendo muitas vezes o malote nas costas para mandar para a CORAG [Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas] para publicar”. Antônio Jesus Fagundes Quevedo, técnico judiciário.

Desejos de futuro – Os próximos 50 anos

Na oportunidade da exposição, foi realizada uma campanha chamada “Desejos de futuro – Os próximos 50 anos”, onde os colaboradores foram incitados a responder as seguintes questões:

Mesa com formulários com questões da campanha "Desejos de futuro - Os próximos 50 anos." e uma urna cinza

– O que nos espera nos próximos 50 anos?

– Que desafios precisam ser superados?

– O que imaginar e esperar da Justiça Federal?

Todas as respostas permanecerão lacradas, sob guarda do Memorial da JFRS, e não poderão ser acessadas até maio de 2067. Sendo assim, quando o futuro chegar, no ano de 2067, conheceremos os desejos gravados e arquivados no ano de 2017. Mediante a preservação com materiais de qualidade arquivística, os registros poderão ser lidos daqui a 50 anos, permitindo confrontar desejos e realidade na história da Justiça Federal do RS.

Ao final da cerimônia, foi aberta oficialmente a exposição fotográfica denominada ID “Id 9037a84”, de autoria de Iara Nunes. As obras incluídas na mostra partem da apropriação de retratos “3×4” anexados, em cópia xerox, em diversos tipos de processos e requerimentos. Para a autora, assim são os indivíduos: tão diferentes e tão iguais aos demais.

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