Formação: novos magistrados da 4ª Região conduzem audiências de conciliação

24 de novembro de 2017
Em primeiro plano, aparece uma mesa redonda, ao redor da qual estão sentados duas mulheres e três homens. No centro da mesa, está um computador. Um outro homem, em pé, conversa com os que estão ao redor da mesa.

Audiências estão acontecendo no Cejuscon da capital

Até o final da próxima semana (1/12), os juízes federais substitutos da 4ª Região que tomaram posse no último concurso estarão participando de atividades de formação voltadas à conciliação. Com a colaboração de magistrados com mais tempo de casa, eles estão conduzindo audiências do Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejuscon) e da 26ª VF de Porto Alegre.

Na segunda-feira, eles participaram de uma atividade teórica conduzida pela juíza federal Ingrid Schroder Sliwka. No dia seguinte, começaram a participar das rodadas de negociação, inicialmente junto aos conciliadores e, posteriormente, sozinhos.

Segundo a coordenadora do Cejuscon, juíza federal substituta Ana Inés Latorre, o objetivo é que os novos magistrados tenham uma vivência prática das audiências e das situações que aparecem nas mesas de conciliação. Em discussão, estão ações de diferentes matérias.

O juiz federal substituto Diogo Edele Pimentel classificou como positivo o contato com os colegas mais experientes, o que, segundo ele, traz segurança a quem está ingressando na carreira. Ele também elogiou os métodos autocompositivos. “Nos dá a sensação de que estamos resolvendo o problema das pessoas com a ajuda delas”, disse.

Já a magistrada Stephanie Uille Gomes apontou a conciliação virtual, disponível no sistema eproc, como uma boa contribuição aos novos juízes em suas respectivas subseções. “A possibilidade de que prepostos façam audiência por videoconferência foi algo que me chamou bastante atenção, até porque é uma ferramenta que a gente pode utilizar no interior se valendo das estruturas dos Cejuscons regionais”, concluiu.

A formação dos juízes federais substitutos está a cargo da Escola da Magistratura (Emagis) do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Mulher jovem, de braços cruzados, observa o homem parado ao seu lado que conversa com o repórter. Do repórter, se vê apenas as mãos, que seguram um bloco de papal e uma caneta.

Novos juízes federais substitutos elogiaram o aspecto prático da atividade de capacitação

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