Preservação da história

Comissão de Gestão da Memória da JFRS inicia atividades

6 de maio de 2021 - 14:00
tela de transmissão em que aparece diversos participantes da reunião virtual
Integrantes da Comissão realizam reuniões virtuais

Recentemente instituída, a Comissão de Gestão da Memória da Justiça Federal do RS (JFRS) já iniciou seus trabalhos com reuniões e a organização da primeira ação, que será lançada em 10/5, Dia da Memória do Poder Judiciário. 

A finalidade da Comissão é lançar múltiplos olhares sobre a preservação e difusão da memória do Poder Judiciário. Memória esta que representa seus magistrados, servidores e demais colaboradores, que atuam no dia-a-dia da instituição, e também a sociedade, cujos conflitos individuais e coletivos são objeto de resolução.

A memória está contida em documentos, processos, arquivos, bibliotecas, memoriais, objetos, imóveis e modos de fazer e agir do passado e do presente, que são base para o futuro que se quer construir. Com essa perspectiva, os integrantes da Comissão, juízes federais Andréia Castro Dias Moreira e Patrick Lucca da Ros, e os servidores Tassiara Jaqueline Fanck Kich, Cristiane Galvan de Souza, Adriana Maria Laste Bednarz, Ligia Luz Livi, Renata de Souza Dias Gay da Fonseca, Mateus Paulo Beck e Piter Oliveira Vergara,  iniciam as atividades discutindo a memória do tempo presente, memória viva das mudanças disruptivas que estão sendo vivenciadas e que trazem alteração no modo de trabalho e de funcionamento da JFRS. 

Mas, relembrar e exaltar fatos e transformações importantes registrados na história da Justiça Federal gaúcha também se mostra relevante para a atuação do grupo. Para comemorar o Dia da Memória do Poder Judiciário, celebrado em 10/5, a Comissão juntamente com o Núcleo de Documentação e Memória promovem a exposição virtual “20 anos da Lei dos Juizados Especiais Federais – simplificando o processo, facilitando a vida”. O evento será lançado com bate-papo sobre Memória e a História dos JEFs.

ilustração em que aparece a sala de audiência do juizado especial federal. texto: exposição 20 anos da lei dos juizados especiais federais. simplificando o processo, facilitando a vida. lançamento bate-papo ao vivo dia 10 de maio, 17h pelo zoom

A juíza federal Andréia Castro Dias Moreira destaca a memória como elemento fundamental na formação da identidade cultural individual e coletiva de uma comunidade e que, por isso, deve ser valorizada e preservada. “Preservar a memória de uma sociedade não significa atrelá-la ao passado e impedir o seu desenvolvimento, mas sim conservar seus pilares constituintes, para não incorrer em perda de conhecimentos e identidades. Documentar, registrar e preservar nosso passado nos possibilita um melhor entendimento do presente e construção do futuro”, ressalta. 

A magistrada reforça a importância de criação de lugares de memória para preservar a memória institucional de um órgão como a Justiça Federal. Estes espaços garantem a perpetuação da história para as próximas gerações. “Essa finalidade é concretizada tanto pela alocação de espaços físicos como centros de memória e centros de documentação, quanto por espaços digitais nos sítios dos órgãos do Poder Judiciário; tal como se vê do Portal da Justiça Federal do Rio Grande do Sul”.

Para Moreira, “a garantia do sucesso na concretização da preservação da memória institucional passa pelo olhar apurado dos seus executores e, para tanto, imprescindível a formação de uma equipe multidisciplinar que a efetivará. Nessa perspectiva, e dando concretude à Resolução 324, de 30/06/2020, do CNJ, é que foi instituída a presente Comissão de Gestão e Memória da Justiça Federal do RS ora apresentada e que, desde já, conta com a participação constante de todos nós, executores e usuários da Justiça Federal para, juntos, formarmos e registrarmos nossos laços de Memória”.

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