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Consumo consciente e o papel do cidadão marcam palestra sobre sustentabilidade na JFRS

15 de agosto de 2018 - 11:34
 
Aparece pessoas sentadas olhando para tela em que aparece o texto: Hierarquia de ações de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos: não geração, redução, reuso, reciclagem, tratamento, disposição final. Aparece também um banner com texto: ser lixo zero é, se gerar, desviar o resído de aterro ou incineração

Problemática envolvendo geração de resíduos sólidos foi discutida no evento

A atuação do cidadão ao consumir de forma consciente e sua responsabilidade na disposição e destinação correta dos resíduos que gera foram temáticas trabalhadas na palestra “A Sustentabilidade do Eu Sozinho”. O evento marcou o início do Projeto Futuridade que vai pensar, definir e implementar práticas sustentáveis na rotina diária da Justiça Federal do RS (JFRS). O auditório do prédio-sede da instituição na capital recebeu magistrados, servidores, terceirizados, estagiários, público externo e representantes das empresas e bancos prestadores de serviços na subseção para participar da iniciativa. A diretora do Foro da SJRS, juíza federal Daniela Tocchetto Cavalheiro, abriu o evento destacando a importância de educar para um novo futuro. “Não temos mais tempo para pensar sobre o que vamos fazer. Quem quer um mundo melhor, precisa agir agora. Contamos com a participação de todos vocês nessa empreitada”, incentivou. Ao iniciar sua fala, a palestrante Fabíola Pecce, da empresa Pasárgada – Oficina de Sustentabilidade, apresentou um dado alarmante: em 40 anos, destruímos 52% da biodiversidade. Segundo ela, o mundo mudou muito rapidamente, a população aumentou exponencialmente, não é mais possível continuarmos produzindo como era feito há 200 anos. “Precisamos falar em boas práticas. Um passo que dou a frente, já desonera um pouco o sistema”, afirmou.
palestrante falando ao microfone

Fabíola destacou importância as das ações individuais para desonerar o sistema

De acordo com ela, uma pessoa gera 1,2 kg de resíduos por dia, o que representa 432 kg no ano, sendo que 50% é orgânico. “A produção de resíduos impacta diretamente na qualidade da água. Não sabemos produzir água”, destacou. A grande questão é realizar a triagem na origem, já que o tratamento dado pode mudar o status do material. “O papel que vai para o lixão virou rejeito”, alertou. Fabíola ressaltou o papel do consumidor nesta tarefa. Segundo ela, o Plano Nacional de Resíduos Sólidos coloca o cidadão como responsável pela disposição e destinação correta dos resíduos que gera. Às empresas caberia o gerenciamento ambiental adequado destes materiais e a reincorporação na cadeia produtiva e desenvolvimento de técnicas sustentáveis. O Governo seria encarregado de elaborar e implementar os planos de gestão. Para ela, a reciclagem é uma remediação, é preciso trabalhar a não geração de resíduos através de mudanças de comportamento, como optar por filtro de barro, não utilizar sacolas plásticas, usar caneca ou copo de vidro ao invés de copos descartáveis. A ação individual impacta no sistema. “Não interessa o que os outros estão fazendo de errado. O importante é eu fazer o certo”, encorajou. A consultora da empresa Pasárgada destacou a necessidade de promover uma redução no consumo. “Podemos utilizar menos pasta de dente, detergente, xampu”, enumerou. “Quando pensamos no bloco do eu sozinho, ações individuais ganham outra dimensão”, destacou.
Na foto, aparece uma mulher sentada, em primeiro plano, fazendo a interpretação para Libras. No fundo, aparece a palestrante falando ao microfone

Palestra contou com interpretação para Libras

Nova palestra A segunda palestra integrante do Projeto Futuridade da JFRS já tem data marcada. “Germinando Autonomia Urbana” acontece no dia 20/8 (segunda-feira) no auditório do prédio-sede na capital às 14h. Fundo roxo com árvore estilizada em plano de fundo. No primeiro plano, aparece menino, de costas, num balanço. TExto: Palestra Germinando autonomia urbana. Sustentabilidade 2018. Na parte inferior, em fundo verde, o seguinte texto: Dia 20 de agosto às 14h no auditório da JFRS em Porto Alegre. R. Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600 / 9º andar. Mais informações www.jfrs.jus.br. Logo catavento da Justiça Federal. Seção Judiciária do Rio Grande do Sul

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