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Grupos de trabalho na JFRS começam a ser formados em segunda palestra sobre sustentabilidade

28 de agosto de 2018 - 17:07
Pessoas sentadas em cadeiras no auditório. Na frente, em pé, mulher fala ao microfone. Outra mulher, sentada, interpreta a palestra em língua de sinais.

Palestra dá continuidade ao Projeto Futuridade

“Germinando Autonomia Urbana” foi a segunda palestra integrante do Projeto Futuridade, que vai pensar, definir e implementar práticas sustentáveis na rotina diária da Justiça Federal do RS (JFRS). O evento foi realizado de forma presencial em Porto Alegre no dia 20/8 e ontem (27/8) por meio de videoaudiência para subseções do interior.

A consultora Fabíola Pecce, da empresa Pasárgada – Oficina de Sustentabilidade, destacou que a ideia do programa é trabalhar o menor impacto individual. Por isso, apresentou alguns dados relativos à pegada hídrica que apontam que para produzir um kg de carne e de maça, por exemplo, são utilizados mais de 15 mil e 822 litros de água, respectivamente. Ela apresentou estas informações para chamar a atenção para o não desperdício de alimentos, já que a agricultura e pecuária consomem 82% da água no Brasil. Segunda ela, ações individuais são importantes para desonerar o sistema.

Mulher sentada, de costas, olha para duas telas de tv grandes. Em uma aparece um slide de apresentação com o texto: Como? Mês 1 Sensibilização e engajamento. Mês 2 EMPODERAMENTO e engajamento. Mês 3 TOOLKIT DE DECISÕES ecotime. Mês 4 LANÇAR ATIVIDADES ecotime. PLANESTRATEGICO@JUS.BR. Na outra tv, aparece seis quadrados com as imagens das unidades conectadas por videoaudiência

Subseções do interior assistiram a palestra por videoaudiência

Fabíola afirmou que o Projeto Futuridade visa colocar a JFRS no rol das empresas/órgãos públicos que impactam positivamente o meio ambiente, mas que, para isso acontecer, magistrados, servidores, estagiários, terceirizados e colaboradores precisam atuar como agentes de transformação positivas na rotina diária. Ela sublinhou o conceito de sustentabilidade que vai pautar o programa: “termo usado para definir as ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos sem comprometer o futuro das próximas gerações”.

Segundo ela, é preciso pensar o impacto ambiental de tudo o que fazemos projetando para daqui a bilhões de anos. A consultora apontou que, hoje, as empresas não podem mais se balizar apenas pelo pilar financeiro, já que na sociedade integrada pelas redes sociais e pela velocidade com que as informações são divulgadas, outras questões adquirem relevância para o consumidor, como as demandas sociais e ambientais.

É aqui que, para Fabíola, adquiri importância o conceito de inovação como “um instrumento específico do espírito empreendedor”. Ela ressaltou que inovação não é um evento, mas um processo de design realizado através de uma busca sistemática e organizada. A metodologia utilizada no projeto vai incorporar este conceito no trabalho a ser realizado com os ecotimes, onde será promovido o estímulo de ideias e de escolhas.

Formação dos ecotimes

Diversas mesas com pessoas sentadas ao redor de cada uma delas. Na primeira mesas, é possível ver um prisma com o texto Gestão de Resíduos.

Participantes escolheram o eixo temático

Ao apresentar as fases do Projeto Futuridade, a consultora ressaltou que ele envolve um processo de construção coletiva. Assim, as próximas etapas serão de reuniões sequenciais para definir plano de ações e indicadores de sucesso, trabalhar habilidades e atribuir funções e elaborar a forma de lançamento das atividades.

Fabíola apresentou os seis eixos temáticos que serão trabalhados no projeto, integrantes da Agenda Ambiental na Administração Pública (conhecida como A3P): uso racional dos recursos naturais e bens públicos, gestão adequada dos resíduos, qualidade de vida no ambiente de trabalho, sensibilização e capacitação dos servidores, compras públicas sustentáveis e construções sustentáveis. Em seguida, mostrou algumas ações que já são desenvolvidas na instituição.

Na sequência, a equipe da Pasárgada realizou uma dinâmica em que se iniciou a formação dos ecotimes em cada eixo temático. Os presentes foram convidados a integrar o grupo de trabalho com o qual mais pudessem compartilhar. Eles foram incentivados a responder algumas questões para já pensar sobre alguns aspectos que envolvem a temática escolhida.

 

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