Sustentabilidade

JFRS implanta coleta seletiva de resíduos sólidos no prédio-sede da capital

3 de setembro de 2019 - 18:13

A Justiça Federal do RS (JFRS) implantou, no prédio-sede da capital, em todos os andares, coletores específicos para diversos tipos de resíduos sólidos. É a resposta da instituição para enfrentar um dos maiores problemas ambientais da atualidade, que é a geração e o descarte incorreto destes materiais. A iniciativa é originada dentro do Projeto Futuridade, que integra o programa de sustentabilidade da JFRS.

A problemática do lixo ganha destaque no cenário mundial com um movimento que busca fazer com que as pessoas repensem seus hábitos e procurem evitar a geração de resíduos sólidos. Mas, caso isso não seja possível, que se evite o encaminhamento para aterros e incineradores, enviando os materiais para que sejam reciclados e ingressem novamente no ciclo de vida com um novo redesenho. A reciclagem traz diversos benefícios, como evitar a extração de novas matérias-primas, economizar energia e água para a produção do produto a partir de novos insumos, reduzir custos de disposição final em aterro sanitário, além de gerar trabalho e renda para micro e pequenas empresas e cooperativas de catadores.

O encaminhamento correto dos resíduos envolve a separação dos diversos materiais por tipo. Os cuidados na segregação e armazenamento resultam num maior aproveitamento dos resíduos, já que produtos contaminados quando são misturados aos passíveis de reciclagem pode encaminhar tudo para o aterro.

A Justiça Federal gaúcha está assumindo o seu papel como uma instituição preocupada com o desenvolvimento sustentável para o futuro das novas gerações. Além da coleta detalhada de resíduos sólidos, outras ações estão sendo implementadas, como reformas nos sanitários públicos para economizar recursos hídricos, eliminação de copos plásticos e instalação de placas fotovoltaicas nas sedes de Novo Hamburgo e Rio Grande.

Coleta detalhada

Aparece coletores de quatro tipo de resíduos: plástico, na cor vermelha, papel, na cor azul, metal, na cor amarela, e vidor na cor verde
Coletores presentes em todos os andares

Em relação à coleta detalhada, a equipe da Gestão de Resíduos Sólidos da instituição, formada por servidores, trabalhou com dedicação para implementar a medida no prédio-sede em Porto Alegre. A capital conta com a maior subseção da Justiça Federal no estado, com 26 varas federais, cinco turmas recursais e toda parte administrativa que dá suporte a atividade jurisdicional, abrigados num edifício que possui nove pavimentos. Circulam no edifício mais de 600 servidores e 66 juízes, além dos funcionários terceirizados, estagiários, advogados, médicos peritos e jurisdicionados.

A partir de agora, este público encontra, em todos os andares do edifício, coletores para plástico, papel, metal, vidro e orgânico. No pavimento E, além destes, estão os residuários destinados para tampinhas plásticas, isopor, papelão, itens de escrita, cápsulas de café, esponjas domésticas, metal, eletrônicos e pilhas/baterias. Os medicamentos vencidos e as cartelas e embalagens de remédios serão recebidos na Seção Médica da instituição.

Para garantir a efetividade da coleta detalhada, os funcionários terceirizados foram capacitados para a nova sistemática de recolhimento de resíduos, que envolve locais específicos de armazenamento até o envio para a entidade conveniada que receberá cada material. Os produtos eletrônicos, por exemplo, serão encaminhadas para o Programa Sustentare, do Governo do Estado. Já os materiais plásticos, metais, papel e papelão vão para a Associação dos Trabalhadores da Unidade de Triagem do Hospital Psiquiátrico São Pedro.

A equipe de Gestão de Resíduos Sólidos está percorrendo as unidades de trabalho para conversar com os colegas e apresentar o novo modelo de separação e sua importância econômica e ambiental para a cidade e para o futuro do planeta. A visita também inclui um pedido especial: entregar as lixeiras individuais (que serão doadas).

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