Notícia

Justiça Federal recebe novas denúncias contra Rede de Farmácias Econômica

7 de janeiro de 2003 - 0:00

O juiz da 1ª Vara Federal de Canoas, Guilherme Pinho Machado, recebeu hoje (07/01) quatro novas denúncias contra os proprietários da Rede de Farmácias Econômica. Segundo as acusações, apresentadas pelo Ministério Público Federal, foram sonegados R$ 3,2 milhões. As denúncias foram baseadas no trabalho realizado pela Delegacia da Receita Federal de Novo Hamburgo, a sonegação fiscal acontecia porque os responsáveis pela rede de farmácias utilizavam “fantasmas” que apareciam como proprietários das empresas e contas bancárias. A investigação aponta os nomes de Juarez Marin, Wilson Lopes, Isabel Marin, Cláudio Seboiato, Gilson Lopes e Moisés Togni. Juarez, Wilson e Isabel são acusados, em outro processo, por crimes contra saúde pública, formação de quadrilha, sonegação fiscal, evasão de divisas, agiotagem, contrabando, lavagem e ocultação de bens e falsidade ideológica. No final de outubro de 2001, o juiz da 1ª Vara de Canoas decretou a prisão preventiva dos donos da rede de farmácias Econômica – Wilson e Juarez – e autorizou as quebras do sigilo fiscal e telefônico, além do seqüestro de bens dos envolvidos. No entanto, em janeiro de 2002, depois de ouvidas as testemunhas de acusação, o magistrado revogou a prisão dos sócios. De acordo com a decisão de Machado, de nada adiantaria manter os réus presos preventivamente se as empresas continuassem funcionando normalmente, geridas pelos parentes e empregados, com liberdade para cometer todo o tipo de ilegalidade. Desde então, por determinação judicial, a Rede de Farmácias Econômica tem todas as atividades e bens – móveis e imóveis – controlados por empresas de auditoria, cujos trabalhos já se iniciaram e devem se prolongar enquanto tramitar a ação contra os réus. Todas as despesas relativas à fiscalização são pagas pelos sócios. (07/01)

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