Cultura e história

Obra de Fernando Corona está em exposição no Memorial da JFRS

5 de março de 2020 - 16:17
A foto mostra a escultura cubista com o rosto do borges de medeiro. é uma peça em que se retrata apenas o rosto em figuras geométricas

A obra A Máscara Cubista de Borges de Medeiros, de Fernando Corona, está exposta no Memorial da JFRS na mostra “Contando histórias… buscando justiça: o período de 1890-1930”. A escultura em gesso, de 1924, foi emprestada pela Pinacoteca do Instituto de Artes da Universidade Federal do RS (UFRGS).

O autor, que nasceu na Espanha e se mudou para Porto Alegre em 1912, foi escultor, arquiteto, professor, crítico e historiador da arte. A peça retrata o então governador Antônio Augusto Borges de Medeiros e foi criada num cenário político e cultural em transformação. Para ambientar este contexto, ao lado da escultura, estará o artigo da pesquisadora Juliana Proenço de Oliveira, publicado na Revista Seminário de História da Arte em 2018.

Servidoras do NDOC, Adriana Bednarz, Cristiane Galvan, e a pesquisadora Juliana Oliveira junto à obra de arte Máscara Cubista

Em visita à exposição, no Memorial da JFRS, Juliana comentou que escreveria um artigo sobre umas das obras do acervo da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo e, folheando o catálogo, deparou-se com esta obra. “Me chamou a atenção porque ela traz em si uma intenção de introjetar a Modernidade no Rio Grande do Sul, a partir da controversa figura histórica do Borges de Medeiros”, comentou. A pesquisadora ainda elogiou a escolha de incluir obras de arte na exposição histórica, pois “o objeto artístico tem a questão de estar no presente, ao mesmo tempo em que é histórico”.

Link para o artigo:
https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Arte/article/view/13499

Contando histórias… buscando justiça: o período de 1890-1930

Iniciada no ano passado, a mostra apresenta processos que permitem traçar um panorama das discussões da época, relacionados ao início da República e as revoltas ocorridas nos anos posteriores, como a Federalista. Ela é aberta ao público e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h no auditório localizado no prédio-sede da capital (9º andar/ala norte).

três mulheres em pé conversam, em meio às peças da exposição, no Memorial da JFRS

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